sexta-feira, 8 de julho de 2016
Marvel Lima tem teledisco para "Fever"
Psico-Trópico surge depois de um período de hiatus após o hit underground "Mi Vida".
Depois de single lançado via bandcamp, alentejanos do psicadelismo "sul americano" voltam desta feita com teledisco para "Fever", última incursão para disco que está a ser gravado enquanto lemos este artigo e que será lançado ainda este ano. O vídeo surge pelas mãos da Antena 3 e pode já ser visto no Youtube.
Podem vê-lo em baixo também:
quinta-feira, 7 de julho de 2016
Faixa do Dia: Quelle Dead Gazelle - "Afrobrita"
Amigos leitores, esta "Faixa do Dia" vem como um teaser de uma novidade que vos vamos apresentar muito em breve aqui no Montijo Sound.
Quelle Dead Gazelle é uma das bandas sensação do momento e Afrobrita é a faixa que não pode faltar em qualquer setlist, mesmo três anos depois do lançamento estrondoso do Ep que os catapultou para o mundo, a faixa mantém-se na memória do público, que vibra cada vez que a tocam.
Podia falar de qualquer outra faixa de "Maus Lençóis", mas quem esteve no concerto de lançamento do álbum no Musicbox reparou em várias coisas, entre as quais refiro as seguintes:
Lotus Fever são uma banda com músicos bastante bons e competentes;
Afrobrita é a junção perfeita entre o que é pesado e o que é dançável, um hino da música sem vocais.
Miguel Abelaira (bateria) anuncia o fim do concerto por volta da meia-noite, quando a banda se prepara para sair do palco Pedro Ferreira (guitarra) decide tocar a "Afrobrita", se bem que a faixa já tinha sido anunciada anteriormente mas por engano. O que se sucede é o final perfeito de um concerto de apresentação cheio e tenso mas repleto de entusiasmo. São momentos de dança interrompidos com headbang, o afro e a brita, o dançável e o power.
A meu ver Quelle Dead Gazelle são das melhores bandas em Portugal a fazer música puramente instrumental, o "Maus Lençóis" pode servir como mais um álbum bem conseguido para lhes dar visibilidade, mas esta é talvez a principal faixa que lhes serve de cartão de visita. Por experiência própria, depois de experiênciar algo como Afrobrita ao vivo, dificilmente não se atende a outro concerto de Quelle Dead Gazelle.
Quelle Dead Gazelle é uma das bandas sensação do momento e Afrobrita é a faixa que não pode faltar em qualquer setlist, mesmo três anos depois do lançamento estrondoso do Ep que os catapultou para o mundo, a faixa mantém-se na memória do público, que vibra cada vez que a tocam.
Podia falar de qualquer outra faixa de "Maus Lençóis", mas quem esteve no concerto de lançamento do álbum no Musicbox reparou em várias coisas, entre as quais refiro as seguintes:
Lotus Fever são uma banda com músicos bastante bons e competentes;
Afrobrita é a junção perfeita entre o que é pesado e o que é dançável, um hino da música sem vocais.
Miguel Abelaira (bateria) anuncia o fim do concerto por volta da meia-noite, quando a banda se prepara para sair do palco Pedro Ferreira (guitarra) decide tocar a "Afrobrita", se bem que a faixa já tinha sido anunciada anteriormente mas por engano. O que se sucede é o final perfeito de um concerto de apresentação cheio e tenso mas repleto de entusiasmo. São momentos de dança interrompidos com headbang, o afro e a brita, o dançável e o power.
A meu ver Quelle Dead Gazelle são das melhores bandas em Portugal a fazer música puramente instrumental, o "Maus Lençóis" pode servir como mais um álbum bem conseguido para lhes dar visibilidade, mas esta é talvez a principal faixa que lhes serve de cartão de visita. Por experiência própria, depois de experiênciar algo como Afrobrita ao vivo, dificilmente não se atende a outro concerto de Quelle Dead Gazelle.
quarta-feira, 6 de julho de 2016
Faixa do Dia: Saudade - "Saudade"
Em abril deste ano Chino Moreno (Deftones) surpreende com outro side-project, desta vez um supergrupo, Saudade, com membros de Crosses, Bad Brains e Cro-Mags.
Ora, há dias a minha namorada ofereceu-me uma mixtape, 10 faixas bonitas e cheias de sentimentos. "Saudade" era a décima faixa, a faixa perfeita para se concluir um presente deste género, na minha opinião. Sim, é a música ideal para dias mais tristes ou apaixonados ou para quando se está a 500 quilómetros de alguém, mas instrumentalmente é muito mais do que isso: A introdução é um mero aperitivo para o que se segue. A guitarra entra triunfante e sem aviso, num grito que mesmo sem letras fala por sí (eis a beleza da música instrumental), o solo em combinação com as teclas e o caos criado por trás pela bateria conseguem transmitir tudo ao ouvinte, fazê-lo sentir coisas, adaptar o seu sentimento corrente à própria música.
Uma das mais bonitas faixas de 2016? Sem dúvida! Para quando mais faixas de Saudade? Chino já revelou que tem mais 12 a 13 faixas escritas, faixas essas que serão reveladas pouco a pouco, resta agora esperar...
Ora, há dias a minha namorada ofereceu-me uma mixtape, 10 faixas bonitas e cheias de sentimentos. "Saudade" era a décima faixa, a faixa perfeita para se concluir um presente deste género, na minha opinião. Sim, é a música ideal para dias mais tristes ou apaixonados ou para quando se está a 500 quilómetros de alguém, mas instrumentalmente é muito mais do que isso: A introdução é um mero aperitivo para o que se segue. A guitarra entra triunfante e sem aviso, num grito que mesmo sem letras fala por sí (eis a beleza da música instrumental), o solo em combinação com as teclas e o caos criado por trás pela bateria conseguem transmitir tudo ao ouvinte, fazê-lo sentir coisas, adaptar o seu sentimento corrente à própria música.
Uma das mais bonitas faixas de 2016? Sem dúvida! Para quando mais faixas de Saudade? Chino já revelou que tem mais 12 a 13 faixas escritas, faixas essas que serão reveladas pouco a pouco, resta agora esperar...
terça-feira, 5 de julho de 2016
Faixa do dia: Pixies - Letter To Memphis

Porque já não conseguimos suportar a dor da espera e porque um pouco de Pixies por dia nunca é demais, a faixa do dia de hoje é a "Letter To Memphis", do disco "Trompe Le Monde", o último com a Deusa Kim Deal. Uma malha curta, eficaz e que apaixona sabe-se lá bem porquê. Black Francis vocifera sentimentos e palavras que remetem para um amor impossível devido à distância, um the one that got away... Ao mesmo tempo, esta malha é puro rock de garagem e caíria bem com uns amigos, grades de cerveja e uma festa privada num terraço. Cada vez mais parece mais claro que os verdadeiros amores das nossas vidas são aqueles que já muito ouviram sobre os nossos desamores.
Álbum da Semana: The Blue Drones: Live at the 39
The Blue Drones é o quinteto do Cacém que há mais de três anos vem presenteando o público com obras de rock apimentadas aqui e ali com toques psicadélicos. Em Março de 2013 disponibilizam a sua primeira faixa no bandcamp, "Remainings of Time", que três anos depois incorpora o primeiro EP da banda.
É precisamente com esta faixa que somos transportados para este universo bluesy. Um início de EP simples e cru no qual vale a pena salientar o interlúdio aos 2 minutos, ou se quisermos, mais uma espécie de segundo andamento, em que se consegue ter uma percepção total do papel de todos os elementos da banda, algo que não existia na primeira gravação da faixa lançada em 2013, mas serve sobretudo para deliciar fãs mais devotos, ou amantes da música em geral. Ao invés do simples solo distorcido. o solo é mais clean, a vibe é muito mais groovy, muito por culpa do baixo, algo muito mais pensado e interessante que denota bem a evolução da banda.
O EP prossegue com "Echo Surfer", onde temos sobretudo uma faixa de agradável audição, que serve para o efeito pretendido, mas em que fica a ideia de que o echo podia ter sido talvez explorado de outra forma. A faixa está solarenga, mas o contraste com a voz de inverno de Francisco Pacheco pode tornar-se estranho em primeiras impressões.
"Flying Around" é outra das faixas "novas" neste EP, onde novamente brilha o baixo, que pela segurança que transmite torna impossível que se tire o ouvido desta linha, o que se torna um aspecto característico do EP, talvez pela competência de Ricardo Lapo, talvez pela importância dada ao instrumento pela banda. O que é certo é que estamos a afastar-nos cada vez mais do rock/blues puro e cru e a aventura-mo-nos por trilhos desconhecidos, onde acabamos por ser uma árvore "waving my leaves in the air". Em "Tree &Signals" acabamos por ser atirados novamente, sem nos apercebermos, para aquele sítio onde reinam o riff e a melancolia das letras e onde temos também um dos melhores papeis vocais de Live at the 39. A voz grave desliza suavemente entre os acordes, aqui e ali interrompida por um solo colocado de forma oportuna, com uma letra sempre a roçar o desgosto amoroso, tal como em todo o álbum.
O primeiro EP de The Blue Drones surge muito como um upgrade de coisas já gravadas anteriormente e nesse sentido é notório o trabalho que tem vindo a ser desenvolvido pela banda, não deixando de se reparar na diversidade de géneros que se fundem para que o álbum ganhe vida, impedindo que o trabalho se torne repetitivo e entediante.
É precisamente com esta faixa que somos transportados para este universo bluesy. Um início de EP simples e cru no qual vale a pena salientar o interlúdio aos 2 minutos, ou se quisermos, mais uma espécie de segundo andamento, em que se consegue ter uma percepção total do papel de todos os elementos da banda, algo que não existia na primeira gravação da faixa lançada em 2013, mas serve sobretudo para deliciar fãs mais devotos, ou amantes da música em geral. Ao invés do simples solo distorcido. o solo é mais clean, a vibe é muito mais groovy, muito por culpa do baixo, algo muito mais pensado e interessante que denota bem a evolução da banda.
O EP prossegue com "Echo Surfer", onde temos sobretudo uma faixa de agradável audição, que serve para o efeito pretendido, mas em que fica a ideia de que o echo podia ter sido talvez explorado de outra forma. A faixa está solarenga, mas o contraste com a voz de inverno de Francisco Pacheco pode tornar-se estranho em primeiras impressões.
"Flying Around" é outra das faixas "novas" neste EP, onde novamente brilha o baixo, que pela segurança que transmite torna impossível que se tire o ouvido desta linha, o que se torna um aspecto característico do EP, talvez pela competência de Ricardo Lapo, talvez pela importância dada ao instrumento pela banda. O que é certo é que estamos a afastar-nos cada vez mais do rock/blues puro e cru e a aventura-mo-nos por trilhos desconhecidos, onde acabamos por ser uma árvore "waving my leaves in the air". Em "Tree &Signals" acabamos por ser atirados novamente, sem nos apercebermos, para aquele sítio onde reinam o riff e a melancolia das letras e onde temos também um dos melhores papeis vocais de Live at the 39. A voz grave desliza suavemente entre os acordes, aqui e ali interrompida por um solo colocado de forma oportuna, com uma letra sempre a roçar o desgosto amoroso, tal como em todo o álbum.
O primeiro EP de The Blue Drones surge muito como um upgrade de coisas já gravadas anteriormente e nesse sentido é notório o trabalho que tem vindo a ser desenvolvido pela banda, não deixando de se reparar na diversidade de géneros que se fundem para que o álbum ganhe vida, impedindo que o trabalho se torne repetitivo e entediante.
segunda-feira, 4 de julho de 2016
Saia à noite 3/7 a 9/7
A semana começou ontem e perdemos um potencial dia de folguedo, mas quase é seguro apostar que a cada piscar de olhos começa um novo evento na capital e arredores. Já para não falar de um dos maiores festivais que o nosso país alberga e que faz este ano uma década, o majestoso NOS Alive. Com os bilhetes quase esgotados e o passe de 3 dias inacessível aquando do anúncio da vinda dos Radiohead, está oficialmente aberta a época de caça aos bilhetes dos festivais de eleição.
5 de Julho, terça feira
Dino d'Santiago traz-nos a doçura de Cabo Verde embebida em Jazz & Blues em mais um espetáculo no B.leza (Cais do Sodré). Depois de ter pisado vários palcos do mundo inteiro, agora é a vez de Dino apresentar na casa Lisboeta o seu "EP Unplugged". O concerto terá início às 23.00h.
Já perto do Intendente, no Jardim Braancamp Freire e às 19h00, terá início uma de muitas sessões de jazz moderno ao ar livre e gratuitas. Até dia 15 de julho podes aproveitar tardes de cerveja e serenidade, no festival Jazz Im Goethe Garden.
7 de Julho, quinta feira
No Passeio Marítimo de Algés começam a ecoar as primeiras vozes sobre o Tejo. Teremos a honra de receber o senhor Robert Plant, os Pixies, The Chemical Brothers, entre outros. Bilhetes diários: €56.
8 de Julho, sexta feira
Enquanto o NOS Alive continua, desejamos-te boa sorte e iluminaremos o teu caminho caso pretendas adquirir bilhete para este dia, o mais destacado do festival e responsável pelo esgotamento dos passes. Se não conseguires ir, sempre podes ficar a ver a transmissão em direto na RTP e importunar o sono dos teus vizinhos ao som de Tame Impala, Radiohead, Foals, Father John Misty, Courtney Barnett, etc...

Nesta sexta começa mais um Hell in Sintra, festival que já vai na oitava edição! Três dias e tem "entrada livre, campismo grátis, chuveiros e muita festa".
O after party do NOS Alive não pode ser feito em casa ou simplesmente pela rua. Não tens desculpa para faltar à festa exclusiva do Lux, que vai bombar com o DJ Windows 98 (Will Butler dos Arcade Fire) e com Four Tet. A casa vai estar apinhada e não há informação disponível acerca do preço das entradas.

Como alternativa às opções anteriores, habemus festa no MusicBox: Mark Kozelek dos Sun Kill Moon (23.30) e atuação de Benjamim (22h00)! Os bilhetes custam €15 e podem ser adquiridos à entrada.
9 de julho, sábado
8 de Julho, sexta feira
Enquanto o NOS Alive continua, desejamos-te boa sorte e iluminaremos o teu caminho caso pretendas adquirir bilhete para este dia, o mais destacado do festival e responsável pelo esgotamento dos passes. Se não conseguires ir, sempre podes ficar a ver a transmissão em direto na RTP e importunar o sono dos teus vizinhos ao som de Tame Impala, Radiohead, Foals, Father John Misty, Courtney Barnett, etc...

Nesta sexta começa mais um Hell in Sintra, festival que já vai na oitava edição! Três dias e tem "entrada livre, campismo grátis, chuveiros e muita festa".
O after party do NOS Alive não pode ser feito em casa ou simplesmente pela rua. Não tens desculpa para faltar à festa exclusiva do Lux, que vai bombar com o DJ Windows 98 (Will Butler dos Arcade Fire) e com Four Tet. A casa vai estar apinhada e não há informação disponível acerca do preço das entradas.

Como alternativa às opções anteriores, habemus festa no MusicBox: Mark Kozelek dos Sun Kill Moon (23.30) e atuação de Benjamim (22h00)! Os bilhetes custam €15 e podem ser adquiridos à entrada.
9 de julho, sábado
Último dia do NOS Alive e a acabar em beleza com Grimes, Ratatat, Band of Horses, Arcade Fire, M83... Se estás disponível para a arruaça mas dispensas grandes ambientes e multidões (ou o orçamento não chega), tens mais uma festa Maternidade no DAMAS Bar, com Shanawaara, MC Luara Marola de Fogo, Valéria Oid, Chima Hiro & La Yang DJ Set. A festa é longa, começa às 17.30h e tem final previsto para as 04.00h. A entrada é livre.

Para os lados do Terreiro, no Club Noir, há DJ set pela honra das Twisted Sisters. Podes contar com Doom, Psych e Stoner para a tua noite.
A entrada é €2.
A não esquecer a festa da Spring Toast Records na Galeria Zé dos Bois
17h00 Abertura de portas
17h30 Granjo (Terraço)
18h00 April Marmara (2ºandar)
18h30 CONVIDADO ESPECIAL (2ºandar)
19h00 Yan-Gant Y-Tan (2ºandar)
19h30 Torneio Ping Pong Interactivo (Aquário)
20h30 Vivian-San (Aquário)
21h Jantar (Terraço)
22h Jasmim (Aquário)
23h Sun Blossoms (Aquário)
00h Migas (Aquário)
00h45 Vaiapraia (Aquário)
01h30 Savage Ohms + Convidados (Aquário)
17h30 Granjo (Terraço)
18h00 April Marmara (2ºandar)
18h30 CONVIDADO ESPECIAL (2ºandar)
19h00 Yan-Gant Y-Tan (2ºandar)
19h30 Torneio Ping Pong Interactivo (Aquário)
20h30 Vivian-San (Aquário)
21h Jantar (Terraço)
22h Jasmim (Aquário)
23h Sun Blossoms (Aquário)
00h Migas (Aquário)
00h45 Vaiapraia (Aquário)
01h30 Savage Ohms + Convidados (Aquário)
10 de julho, domingo
Domingo é dia santo para recuperares destas festas todas... Já chega, não?
Faixa do dia: KAYTRANADA - TOGETHER

É groovy, é smooth, uma faixa hip hop dançável que conjuga uma misturada que não sabemos designar. Goldlink faz o rap e AlunaGeorge é a voz em destaque. Let it flow away and never mind it...
Ouve a faixa AQUI.
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