Genes, new born rapper do Montijo havia prometido um EP dia 14 de Abril, tendo vindo a desmentir essa promessa mais tarde através do Twitter. Hoje sem aviso prévio 2870 productions libertam via bandcamp uma compilação de demos gravadas entre 2015 (Novembro) e abril deste ano. Demos de vários artistas, incluindo Genes, Digzz, Tchicaz, Bleaz, Ozix e muitos outros.
Ouçam essa compilação intitulada "Homegrown, stand alone, ganda stone" aqui
quinta-feira, 14 de abril de 2016
Leaf, Molthres e Nagasaki Skateboarding no Montijo
Avalanche no Montijo! Dia 29 de Abril, numa Sexta-Feira.
Molthres, Leaf e estreantes NAGASAKI SKATEBOARDING!!!
Molthres, Leaf e estreantes NAGASAKI SKATEBOARDING!!!
| Leaf in Bistroteca'15 |
Leaf não sabem dar um mau concerto e essa é a mais pura das verdades. Concertos energéticos cheio de pujança e tostesterona que o Bike/Math Punk pedem. A tocar a mesma setlist desde sempre, Ricardo Mendes (Cave Story) e João Silva são um duo dinâmico e hiperativo em palco, que não deixam absolutamente ninguém indiferente. Estamos a falar de concertos clássicos sempre que vêm ao Montijo. Com singles de "arena" como "Fit For School" ou "We are The Heroes", Leaf são uma das bandas mais amadas no Montijo e voltam para mostrar o seu amor recíproco por nós. Obrigatório.
| Molthres Bistroteca 2015 |
A entrada é gratuita, mosh é garantido, Bota Abaixo.
quarta-feira, 13 de abril de 2016
Time Out Sessions (Pós Time Out Sessions [9 de Abril])
MontijoSound apresenta: Time Out Sessions. Descobre tudo que o Time Out têm para oferecer ou aquilo que aconteceu na semana passada no teu bar. Dividimos a rubrica Time Out em duas sessões: O Pós Time Out Sessions, que acontece aqui no MontijoSound ás Terças-Feiras, e aqui podes verificar tudo que aconteceu no passado fim-de-semana; E o Pré Time Out Sessions, que acontece aqui no MontijoSound ás quintas-feiras, onde apresentamos os artistas que vão tocar no Time Out no próximo fim-de-semana. Hoje é Terça-Feira, sejam bem-vindos ao Pós Time Out Sessions.
Misturas díspares de Jazz de intervenção com Hip-Hop, influências elas do ambiente carnavalesco de New Orleans, estamos a falar dos Manifestum Brass Band.
Tivemos uma pequena conversa de corredor com João Manso, vocalista da banda: "O nosso som não pode ser rotulado, tão pouco podemos prender o nosso som num só quadrado, a nossa música é livre, pode ser interpretada de várias formas. Acho que a nossa natureza experimental e por vezes de improvisação livre torna a música elamuito mais interessante e imprevisivel, mas não pode ser rotulada de Free Jazz, que não passa de música sem forma", diz João Manso.
Manifestum Brass Band, inspirados em muitas outras bandas brass, são conhecidos por dar concertos energéticos onde a constante interação com o público e as suas sets energéticas tornam-nos numa das bandas mais divertidas para se ver ao vivo: "É dificil explicar a nossa música, o melhor mesmo é ver o concerto e fazer os prognósticos depois. De qualquer forma é a primeira vez que tocamos aqui no Montijo, ainda por mais numa casa tão bonita como o Time Out e só nos queremos divertir ao máximo e divertir as pessoas que nos estiverem a ver, esperemos que corra tudo bem!", conclui João Manso na primeira passagem de Manifestum Brass Band pelo Montijo.
Tivemos uma pequena conversa de corredor com João Manso, vocalista da banda: "O nosso som não pode ser rotulado, tão pouco podemos prender o nosso som num só quadrado, a nossa música é livre, pode ser interpretada de várias formas. Acho que a nossa natureza experimental e por vezes de improvisação livre torna a música elamuito mais interessante e imprevisivel, mas não pode ser rotulada de Free Jazz, que não passa de música sem forma", diz João Manso.
Manifestum Brass Band, inspirados em muitas outras bandas brass, são conhecidos por dar concertos energéticos onde a constante interação com o público e as suas sets energéticas tornam-nos numa das bandas mais divertidas para se ver ao vivo: "É dificil explicar a nossa música, o melhor mesmo é ver o concerto e fazer os prognósticos depois. De qualquer forma é a primeira vez que tocamos aqui no Montijo, ainda por mais numa casa tão bonita como o Time Out e só nos queremos divertir ao máximo e divertir as pessoas que nos estiverem a ver, esperemos que corra tudo bem!", conclui João Manso na primeira passagem de Manifestum Brass Band pelo Montijo.
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| Manifestum Brass Band no passado sábado dia 9 de Abril no Time Out |
TIME OUT SESSIONS (PÓS TIME OUT SESSIONS[9 De Abril])
AGRADECIMENTOS: TIME OUT BAR MONTIJO
MONTIJOSOUND®2016
terça-feira, 12 de abril de 2016
Sean Riley and the Slowriders disponibilizam single até à meia-noite de sexta
Sean Riley and the Slowriders editam na semana passada novo disco, homónimo, já tinham disponibilizado "Dill" primeiro single desse disco e agora lançam e disponibilizam para download no site da antena 3 o single "Greetings", que estará disponivel para download gratuito até à meia-noite desta sexta-feira.
Façam o download de greetings no site da Antena 3: "Greetings- Sean Riley and the Slowriders
Façam o download de greetings no site da Antena 3: "Greetings- Sean Riley and the Slowriders
Galgo ao vivo no Montijo ainda este mês
A banda de Oeiras, vencedora da última edição do Vodafone Band Scouting toca no Time Out Bar Montijo a 30 de Abril.
Galgo é uma das grandes promessas na música portuguesa, cujos géneros se conjugam dentro da onda do math rock, dance rock e afrobeat. EP5 é o único trabalho da banda lançado até à data, via bandcamp, embora já se fale em novos registos.
Ao vivo oferecem-nos espetáculos que transbordam energia e virtuosidade, trespassando em malhas rock, quase independentes de vocais, ritmos e melodias vibrantes e contagiantes.
É só pensar bem entre ficar em casa e ter mais uma noite memorável no Time Out Bar... Vais mesmo perder??!
Galgo é uma das grandes promessas na música portuguesa, cujos géneros se conjugam dentro da onda do math rock, dance rock e afrobeat. EP5 é o único trabalho da banda lançado até à data, via bandcamp, embora já se fale em novos registos.
Ao vivo oferecem-nos espetáculos que transbordam energia e virtuosidade, trespassando em malhas rock, quase independentes de vocais, ritmos e melodias vibrantes e contagiantes.
É só pensar bem entre ficar em casa e ter mais uma noite memorável no Time Out Bar... Vais mesmo perder??!
Álbum da semana: Prof Jam- Mixtakes
Rap Tuga nunca foi propriamente a minha coisa preferida do mundo, eu lembro-me de ter nojo de ouvir o Regula, ou outros artistas cujo os beats são mais interessantes que a letra em si.
Eu ouvi o "Big Banger Theory" à uns anos atrás depois da Liga Knockout, Prof Jam era muito mais explosivo e hóstil na altura. Hoje Prof já não é o mesmo rapper que era nesses tempos mas a sua hostilidade é tão mascarada de tons filosóficos, ofensa ela tão subtil que mais parece uma lição de vida quando na verdade de forma mais tranquila e consciente possível, Prof Jam manda-te para o caralho. É o que ele diz em "Além"...
Sim ele é o professor dos putos da nova geração, isso transmite-se de forma tão clara. Uma auto-estima de ouro que torna Prof Jam num rapper versátil e incrivelmente carismático, como no single "Queq Queres" ou "Lodi Dodi".
Aqui encontramos algumas das linhas mais brilhantes do ano no panorâma urbano tuga, em "baudelaire", num pico perto do refrão: "só digo-te eu, this is real tipo Telaviv/ Safoda a morte não me importo mano até lá vivo/ até o Hell é um hotel e eu até lá vivo/ e quando eu pego no pincel boy a tela vive", uma nova maneira de escrever versos, aprofundar uma só palavra e convertê-la em mil interpretações possíveis: "(...)E que tudo resto é a paisagem/então começa a ver como é que os teus pais agem", ouve-se em "Além".
Eu ouvi o "Big Banger Theory" à uns anos atrás depois da Liga Knockout, Prof Jam era muito mais explosivo e hóstil na altura. Hoje Prof já não é o mesmo rapper que era nesses tempos mas a sua hostilidade é tão mascarada de tons filosóficos, ofensa ela tão subtil que mais parece uma lição de vida quando na verdade de forma mais tranquila e consciente possível, Prof Jam manda-te para o caralho. É o que ele diz em "Além"...
Sim ele é o professor dos putos da nova geração, isso transmite-se de forma tão clara. Uma auto-estima de ouro que torna Prof Jam num rapper versátil e incrivelmente carismático, como no single "Queq Queres" ou "Lodi Dodi".
Aqui encontramos algumas das linhas mais brilhantes do ano no panorâma urbano tuga, em "baudelaire", num pico perto do refrão: "só digo-te eu, this is real tipo Telaviv/ Safoda a morte não me importo mano até lá vivo/ até o Hell é um hotel e eu até lá vivo/ e quando eu pego no pincel boy a tela vive", uma nova maneira de escrever versos, aprofundar uma só palavra e convertê-la em mil interpretações possíveis: "(...)E que tudo resto é a paisagem/então começa a ver como é que os teus pais agem", ouve-se em "Além".
Com faixas elas alinhadas de forma mais ordeira possível de forma a criar um ambiente ora adverso ora mesmerizante, Prof Jam afirma-se de uma vez por todas como um dos nossos mestres da música underground tuga, tornando (quase) todos os rappers a fazer rap em português obsoletos.
segunda-feira, 11 de abril de 2016
Peido Espacial #2 - Alex Chinaskee!!!
A semana começa com uma nova demanda pelo espaço. Encontramos desta vez num sítio mais longínquo, para lá da Cintura de Kuiper e até mesmo dos domínios do nosso Sistema (ou então só para os lados da ETIC, por estes tempos já nem sabemos em por onde andamos) uma cara conhecida- Miguel Gomes (Alex Chinaskee) é o escolhido a largar o cafifo esta semana:
"Os Talking Heads foram a primeira banda que me lembro de ouvir e ainda hoje fazem parte da minha playlist diária. De clássicos como "Psycho Killer" até às influencias de Brian Eno e de músicas do mundo como "I Zimbra". Mas o tema da coletânea de David Byrne e companhia que mais me faz vibrar é definitivamente a " Burning Down the House" versão ao no "Stop Making Sense".
Fica a escolha desta semana, estejam atentos ao próximo peido, temos aí grandes novidades!!
Agradecimentos:
Alex Chinaskee
French Sisters Experience & Co
MontijoSound®2016
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