sábado, 27 de junho de 2015

Fotos oficiais do segundo dia Bistroteca'15




 Se o primeiro dia já tinha sido de loucura o segundo ainda foi melhor, tal como prometido! Moche, álcool e Rock & Roll, foram os ingredientes da segunda noite Bistroteca e o MontijoSound como prometido esteve em cima do acontecimento.
 Com Live acts de Faded, Kepher, Slut Kink ou Evict, a variedade era imensa, desde o Metal até a sonoridades Noise mais experimentalistas. Fiquem com as fotos que marcaram o segundo dia do Bistroteca 2015!






Evict com Pedro Pereira do MS


Faded

Ambiente vivido à noite

Kepher Live Act

Centenas de pessoas à espera dos Slut King

Crowd Surfing durante o concerto de Slut King

Durante o concerto dos Slut King

Ambiente de música e dança após os concertos do dia

sexta-feira, 26 de junho de 2015

Entrevista exclusiva aos Rising Flag

De Torres Vedras com amor. Fizeram-se à estrada com apenas um único destino: Bistroteca! Tivemos a falar com estes rapazes que já mexem com o Hardcore demasiado bem para as suas idades, numa conversa despretensiosa e bastante animada onde revelam alguns planos para o futuro da banda e onde nos dão a conhecer um bocado da sua personalidade despreocupadamente preocupada.

MS- Vocês vieram de onde?

Rising Flag- Torres Vedras

MS- Vocês vieram desde Torres Vedras para o Montijo em pleno período de festas! Tem gostado deste ambiente montijense?

RF- Muito! Mesmo muito fixe, já tivemos oportunidade de dar umas voltas pelo Montijo...

MS- Foram até onde?

RF- Nós não somos daqui mas estivemos pelos lados da igreja na Praça da Républica acho eu, gostei muito do ambiente, as pessoas, gostei de tudo.

MS- O que é que acham do ambiente ao qual irão tocar?

RF- Estamos a achar sensacional, a malta é bastante porreira por estas bandas.

MS- Há quanto tempo é que já tocam ao vivo?

RF- Tocamos quase desde que formámos a banda (cerca de um ano e meio)...

MS- Como é que formaram a banda?

RF- Foi um ideia espontânea, combinámos fazer um "jam" e daí as coisas fluíram naturalmente. Foi quando estávamos no Secundário. Desde ai já mudamos dois membros inclusive.

MS- Então donde é que surge o nome "Rising Flag"?

RF- Bem na verdade é uma metáfora para os nossos orgãos genitais (muitos risos). Mas também surgiu derivado a uma banda que todos nós gostamos imenso, chamada "Black Flag".

MS- Vocês já gravaram alguma coisa?

RF- Sim! Já gravámos demos, para além das nossas músicas originais... Tudo gravações feitas em casa mas também já estamos a pensar à algum tempo em gravarmos um EP portanto 'ya a cena vai correndo. Não gostamos muito de tocar as nossas originais em bares porque a maioria das pessoas não vai lá ouvir o nosso som mas sim para beber... desmedidamente (risos), portanto sim em termos de gravações queremos andar para a frente sem dúvida.


 MS- Eu gostava de captar as vossas influências, por exemplo, em que é que o vosso som se inspira?

RF- Nós não temos um género de música definido na verdade, há quem diga que somos Hardcore, outros dizem que somos Rock Alternativo, outros dizem que somos do Grunge... Nós na verdade só compomos e depois o som sai naturalmente sem planos ou rótulos...

MS- O Grunge é um género que passa muito para além de fronteiras sonoras... Vocês levam um estilo de vida boémio? (risos)

RF- 'Epá... Sim! E vamos ficar por aqui... (muitos risos)

MS- Por exemplo iniciativas como o Bistroteca... Quão boas são estas iniciativas para difundir bandas que precisam de exposição?

RF- Era preciso mais iniciativas destas! É mais para promover a boa música portuguesa que é continuamente subestimada por todos!

MS-  Vocês agora são novos, já pensaram no futuro? Têm intenções de alcançar um patamar superior ou têm outros projetos em mente? Esta banda é mais um hobbie ou projeto legítimo?

RF- Para mim (Francisco Policarpo) sim é um projeto legitimo porque sempre quis ser músico. praticamente nós todos já acabamos a escola portanto agora é continuar a tocar e ver até onde os "Rising Flag" nos leva, e é basicamente isso.

MS- Como é que é a vossa atitude em palco?

RF- Tentamos revelar boa disposição e principalmente muita energia, quer estejamos a tocar bem ou mal.

MS- Vocês têm tido um bom feedback por parte da vossa audiência?

RF- Por acaso temos tido um bom feedback, principalmente em Torres Vedras porque lá não há muitas iniciativas destas como há por exemplo aqui no Montijo, portanto sim.

MS- Vocês já tiveram oportunidade de ver o resto do cartaz?

RF- Sim! Nós conhecemos algumas bandas, como os "Cave Story'', já foram tocar a Torres Vedras portanto... Nós costumamos a tocar de vez em quando com os "Cheers Leaders" porque são dos lados de Torres também, já tínhamos tido contacto com algumas bandas do cartaz.

MS- Mandem os vosssos cumprimentos para o Montijo, o MontijoSound e a Bistroteca!

RF- Nós somos os Rising Flag, grande abraço para o Montijo, espero que se divirtam hoje aqui na Bistroteca e agradecimentos para o MontijoSound, o nosso país precisa de mais iniciativas destas!


Fotos oficiais do primeiro dia Bistroteca 2015

O MontijoSound como prometido invadiu o Bistroteca 2015. No primeiro dia tivemos concertos de This Attic's Home, Rising Flag e Cheers Leaders, mas a festa foi feita muito para além dos concertos. 
 Aqui mostramo-vos as fotos que marcaram o primeiro dia do Bistroteca 2015.

Rising Flag

Rising Flag com Pedro Pereira do MS



Ambiente que se vivia antes dos Sound Checks


Ambiente Juvenil Bistroteca


Alex dos This Attic's Home

This Attic's Home com Pedro Pereira do MS

Sound Check dos Rising Flag

(à esq.) Francisco Purdom e ao lado Fransico Policarpo,
dos Rising Flag

Sound Check Rising Flag

Staff Bistroteca

Alexandre Fonseca dos Rising Flag

Sound Check Cheers Leaders

Rising Flag em tempo de pausa

This Attic's Home ao vivo

Cheers Leaders com Pedro Pereira do MS e
Francisco Carvalho da organização Bistroteca

Cheers! (Leaders)

Concerto do dia MS: Rising Flag

quinta-feira, 25 de junho de 2015

Entrevista exclusiva aos "Os Aleixos", organização Bistroteca '15

Os Aleixos
Dia 18 de Junho de 2015. Foi numa noite quente de Primavera-quase-Verão! Bom ambiente, excelente musica, bebidas fresca na mão. A entrevista era para acontecer as 22:00 em ponto, mas fruto de uma reunião antecipada entre o site e a organização só os consegui entrevistar a minutos da meia-noite, e se querem que seja sincero não fez diferença... A noite era uma criança, eu olhei para os olhos deles e vi mil e uma possibilidades numa noite. O tempo simplesmente não era problema, tudo devido a uma gestão organizada da mesma. Tudo isto a uma semana de tudo acontecer!
 Tudo o quê? Em Outubro durante o mês de "Halloween" o Bistrot renasceu das mãos de uma proprietária, Dora Aleixo. Com o tempo começou a formar-se um clima estudantil e jovem à volta do sitio e hoje o sitio é praticamente gerido por jovens estudantes! Até pode soar a brincadeira mas acho que a Sr. Dora não teria o sangue fresco para uma ideia tão bem concebida e algo complexa como o "Bistroteca".
 A ideia surgiu destes 9 jovens estudantes que já tinham o sonho de trazer algumas das suas bandas preferidas para virem tocar no Montijo, só não havia o sitio ou os fundos necessários para tal acontecer. Depois de algum trabalho e muito empenho estes jovens tornaram tudo possivel: As bandas vem tocar, num cartaz alternativo direcionado para faixas etárias inferiores, os concertos acontecem durante as festas do Montijo e o "Bistroteca" começa hoje!
Sem nomes identificados, sem anarquias e uma união invejável de grupo, arranjaram um tempo para falar com o MS mesmo ao pé do "Bistrot", numa conversa divertida, descomplicada e nada pretensiosa...


MS- Vocês aparentam ser uma autêntica familia... Vocês é que são os Aleixos? Expliquem-me isso...

Os Aleixos- (Eu sou o pai porque sou o mais velho!) Eu acho que no fundo somos uma organização de eventos.. Olha para estes oito rapazes... junta-lhes mais 7... Somos basicamente uns putos e gostamos de apanhar bebedeiras...

MS- Ou seja, os Aleixos são um estilo de vida...

Os Aleixos- Não temos obrigações é mais isso... Somos 15 pessoas que no fim são 1, todos com objetivos comuns, todos a remar para o mesmo barco!

MS- Olhem para o Bistrot à 4 meses atrás... Olhando para o Bistrot agora conseguem sentir aquela evolução no ar?

Os Aleixos- A malta andava muito dispersa no Montijo e o Bistot tornou-se numa espécie de ponto de encontro. Havia malta que ia para ali outros iam para acolá... Com o tempo essa malta começou a pasasr pelo Bistrot pelo menos uma vez por noite, só para beber algo ou onviver porque ouviram falar no espaço e no nome do espaço então bastantes pessoas começarama frequentar o espaço.

MS- Eu reparo em muitos estudantes de secundário ou faculdade, o Bistrot é uma espécie de College Spot?

Os Aleixos- Sim é verdade. È porque algo novo surgiu, e é isso que acontece quando algo novo surge, a curiosidade da malta desperta. E depois temos aqui um ponto de encontro porque temos amigos em comum, ou amigos de outros amigos que passam cá para ver esses amigo... (risos) E é assim.

MS- Como é que o Bistrot tornou-se tão conhecido entre os jovens estudantes? Houve uma divulgação estratégica ou...

OA- Não! Foi quase imediato e super orgânico! Foi amigos de amigos a virem.... Tipo, são poucas as pessoas que conhecem o bar como "Bistrot", mas sim como "Bar do Aleixo" (risos). No Halloween quando abrimos, mesmo sem divulgação ou página de Facebook atraimos mesmo muita gente e a coisa foi correndo assim.

MS- Porquê Bistrot?

OA- Já havia um grupo de bares antes do nosso com o mesmo nome, portanto quisemos seguir a tradição, o legado basicamente...

MS- Donde surgiu o "Bistroteca"? Onde é que foram buscar essa ideia?

OA- Estávamos um bocado à nora porque precisávamos de um nome de Twitter e depois chegou-nos o nome do nada e achamos Catchy e a cena colou.

MS- Como é que um grupo de estudantes arranja o tempo para uma organização destas?

OA- Há tempo livre (risos)... Mesmo com exames, como somos tantos conseguimos dividir bem o tempo entre nós para trabalhar neste projeto.


(da esq. para a dir.): Ana Wende, Tiago Sarcasmo
e João Portalegre, os Aleixos


MS- "Bistroteca" é mesmo um nome fantástico... Nunca pensaram patentear o nome? Não tem medo que algum Hipster vos roube o nome? (risos)

OA- (risos) Claro que não!! Há pouco encontrei uma cena na net com o mesmo nome por acaso (risos)... Mas sim patentear não é uma necessidade até porque isto é uma coisa pequena... Se isto tornar-se maior, até poderemos pensar em contemplar o nome, mas não sabemos...

MS- Desde quando é que já estão a planear o evento?

OA- 2, 3 meses... Já tinhamos o desejo de fazer algo deste género...Mesmo com aulas encontravamos espaços entre tardes livres e fins-de-semana para falar e planear isto tudo portanto a coisa resultava...

MS- Como é que foi feito o contacto inicial com as bandas?

OA- Muitas delas através do BandCamp, no Facebook... Amigos em comum, amigos-amigos (risos), amigosn que tocam...

MS- Tiveram algum tipo de apoio por parte da Câmera Municipal do Montijo?

OA- Mais ou menos... È assim, eles poderiam ter feito mais, secalhar também porque pedimos ajuda tarde ou também por falta de boa vontade, mas também não apresentamos certas coisas de forma viável assim por dizer, devido também à nossa falta de experiência e juventude, mas acabamos por apresentar um projeto sólido e coeso... A comissão das festas deu-nos algum dinheiro para as liçensas de som e esplanada. A comissão! A Câmera não.

Diogo Ramos, Duarte Albano e João Aleixo,
os Aleixos


MS- Lógico que os Cave Story são os nomes altos do cartaz... Já tinham ouvido algo deles antes da anscensão a sensações Indie portuguesas?

OA- Já tinhamos já conheciamos o Ricardo através de outras bandas, também já tinhamos estado com eles em Lisboa. Eles conhecem malta que nós conhecemos e a partir dai o contacto torna-se muito mais fácil. Por exemplo à um ano queriamos fazer um concerto com eles quando ainda ninguém sabia quem eles eram, portanto e para responder à pergunta, sim já tinhamos tido contacto com eles.

MS- O espaço para as bandas tocarem não é o mais alargado... Vai haver espaço suficiente para todas as bandas tocarem?

OA-  Epá... Suficiente mesmo (risos). Acho que a palavra é mesmo essa, vai ser suficiente.

MS- Lógico que o vosso cartaz é altamente alternativo e traz muitas bandas jovens... Era este o vosso objetivo, trazer bandas ao qual a vossa "clientela-alvo" se possa identificar ou a escolha das bandas já tinha sido previamente decidida? Tipo "São estas a bandas que queremos ou vamos lá ver quem quer tocar"?

OA- O objetivo era apoiar bandas pequenas, bandas que precisam de exposição. Muitas delas queriamos desde o inicio mas... Foi mais ver que podia, quem quem quer e quem nós queriamos. Isto torna-se assim numa plataforma de exposição.

MS- Esperavam logo na primeira edição Bistroteca ter nomes tão sonantes como Pista ou Surveillance?

OA- Não, mas conseguimos, e achámos também que era benéfico porque complementava o nosso cartaz.

MS- No futuro esperam trazer bandas internacionais ou é preciso sonhar de forma lúcida?

OA- Não sabemos. Gostávamos, mas nem vale a pena pensar nisso agora.

MS- Quantas pessoas esperam nesta primeira edição?

OA- Também não sabemos. Não vale a pena criar expetativas, seja o que Deus quiser.


MS- Estamos a falar das festas populares de S. Pedro, vai haver um mar de gente, acham que o vosso cartaz é suficiente para atrair gente do lado da ribeirinha para o lado da praça?

OA- Completamente! Mas nem é esse o objetivo, o objetivo é mesmo haver uma base sólida, um conjunto sólido de pessoas. Sabemos que já há malta em Lisboa que já está a combinar boleias para vir para cá. Também não te esqueças que ver uma banda de borla é atractivo, portanto o cartaz é de borla, só vai quem quer, venham pelo convívio e bebida (risos)!

MS- Espera-se muitos universitários cá durante os dias do evento... Houve uma divulgação exclusiva para universidades?

OA- Tivemos a ideia de fazer cartazes para certas demográficas mas secalhar por falta de trabalo ou tempo ou preguça decidimos fazer um cartaz coeso e simples.

MS- Como é que esperam receber as bandas?

OA- Vamos jantar com eles, beber com eles, ouvir umas músicas... Queriamos quebrar a barreira entre organização e bandas. Não queriamos só chegassem, tocassem e 'bazassem (risos). Somos todos apaixonados por música por isso isto vai ser fantástico!

Francisco Carvalho, João Pires e João Correia,
os Aleixos


MS- Acham iniciativas como o MontijoSound boas para promover a música no Montijo?

OA- Há poucas assim. Assim como nós tivemos o impulso de fazer o que estamos a fazer é a razão porque estão vocês aqui hoje, O que vos faz estar aqui e acho iso fantástico.

MS- Vai haver surpresas?

OA- Vai (risos) mas não vamos revelar nada...

MS- Em termos de bebidas, o quê que o Bistrot vai oferecer às centenas de pessoas que por aqui vão passar durante estes 6 dias de festa?

OA- O que oferece regularmente: tostas, bifanas, gomas, sopa... Vamos ter cenas vegetarianas. Vamos ter sidra à pressão, cerveja, shots... Apareçam, não vos deixamos mal.

MS- Quanto à intervenção policial...

OA- Vamos tentar meter ordem nos arruaceiros através da palavra, senão resultar podemos chamar a policia, esperemos que não (risos).

MS- Mandem cumprimentos para o MontijoSound.

OA- (muitos risos) Obrigado por tudo, continuem o vosso excelente trabalho e espero que possamos organizar o melhor evento possivel! Abraço grande.

Bistroteca começa hoje e o Montijo Sound vai estar em cima do acontecimento dia-após-dia!

Começa hoje e vai até ao próximo dia 30 de Junho, são as festas populares de S. Pedro, aqui no Montijo!
 Aqui vais encontrar Entrevistas, reportagens diárias de cada dia, reações, fotos, tudo postado diariamente para que entres no universo Bistroteca!

terça-feira, 16 de junho de 2015

Montijo Sound revela cartaz promocional Bistroteca






O MontijoSound anuncia o cartaz promocional Bistroteca 2015. Estarão disponiveis cópias brevemente e alguns destes panfletos serão postos nas ruas do Montijo.

Proeza têm já capa de mixtape a sair em breve

Foi via Facebook que David Salvador Aka Proeza anunciou a capa da sua mais recente mixtape "Quarto Escuro", mixtape que o MS terá o prazer de fazer a critica em breve.