Dia 30 de Novembro o Montijo Sound faz o primeiro aniversário, e lógico que vamos festejar o primeiro aninho, não só no Montijo, mas em todo o mundo. Vai ser um aniversário cheio de surpresas, onde vocês também vão ser desafiados a fazer parte deste projeto:
Que engracado. Mais uma edição do Mexefest, e este ano vão ser três dia de festa! Sim porque depois dos dias 28 e 29 de Novembro, dia 30 é oMontijo Sound que faz anos.
Escusado será dizer que vamos cobrir o festival ao longo dos dois dias. Fotos, Videos, Reportagens... Vai ser como se estivessem em Lisboa...
Vamos também celebrar o nosso primeiro aniversário com um passatempo onde vamos desafiar todos os nossos leitores a criar um novo logótipo par o site. No dia 30, anunciaremos os 3 primeiros lugares e o vencedor vai ver o seu logótipo como a nova cara do site. Participem!
sábado, 8 de novembro de 2014
"All The Rage Back Home" dos Interpol é a música da semana no MS.
Tornaram-se conhecidos com o álbum de estreia "Turn On The Bright Lights" considerado pela imprensa um dos álbuns mais importantes do milénio. Quem ouviu esse álbum viu o som dos Joy Division herdado, vendo criada uma nova era pós-punk revival.
Mas nos últimos anos os Interpol viram a sua sonoridade "empurrada" para agradar massas, e a critica quase arruinou a banda depois de "Our love to admire", um bom depois depois do também incrível "Antics", que vêm trazer á superfície "Evil", também aclamado pela crítica. Mas se bom para os Interpol é medíocre e se nunca iriam fazer um álbum como "Turn on the Bright lights", então o quarteto de Nova Iorque agora preocupa-se em fazer música para quem a quer ouvir e volta às boas exibições com "El Pintor", que faz a banda voltar a 2002 em termos sonoros mas também traz de volta um som jovial e distorcivo que os pôs no radar.
É desse mesmo álbum que extraímos "All the rage back home", que é a música da semana e garantiu o seu lugar no top 50 MontijoSound.
Mas nos últimos anos os Interpol viram a sua sonoridade "empurrada" para agradar massas, e a critica quase arruinou a banda depois de "Our love to admire", um bom depois depois do também incrível "Antics", que vêm trazer á superfície "Evil", também aclamado pela crítica. Mas se bom para os Interpol é medíocre e se nunca iriam fazer um álbum como "Turn on the Bright lights", então o quarteto de Nova Iorque agora preocupa-se em fazer música para quem a quer ouvir e volta às boas exibições com "El Pintor", que faz a banda voltar a 2002 em termos sonoros mas também traz de volta um som jovial e distorcivo que os pôs no radar.
É desse mesmo álbum que extraímos "All the rage back home", que é a música da semana e garantiu o seu lugar no top 50 MontijoSound.
domingo, 26 de outubro de 2014
Los Waves lancam novo álbum e "Strange kind of love" é a música da semana.
Depois de "Got a feeling" e "Two wild hearts" a imprensa especializada já suplicava por um longa duração de estreia. Os Los Waves não desiludiram e no passado dia 20 de Outobro lancaram "This is Los Waves So What", álbum de estreia que vê recompensado todo o esforço e trabalho ao longo de dois anos. No ano passado deram o concerto mais original do Vodafone Mexefest, num autocarro à frente de 50 pessoas (alternadas). Hoje, deveriam estar em tour pela Europa a tocar para Arenas.
"Strange kind of love" é a música da semana e com certeza não faltará na segunda edição das 50 melhores do ano pela Montijo Sound.
"Strange kind of love" é a música da semana e com certeza não faltará na segunda edição das 50 melhores do ano pela Montijo Sound.
A Blitz celebra 30 anos de existência.
No próximo dia 4 de Novembro, a Blitz, principal revista especializada de música em Portugal, vai festejar 30 anos de existência no Cinema de São Jorge em Lisboa, no âmbito da programação do Misty Fest. A Blitz vai tomar de assalto o Cinema de São Jorge na Avenida da Liberdade numa celebração da música portuguesa e das várias gerações da nossa musica nacional. Os lendários Sétima Legião, João Caetano ou os icónicos Capitão Fausto são alguns dos nomes já confirmados para uma noite que vai ser recheada de surpresas, dentro e fora do palco. O MS dá os parabéns à publicação que inspirou este site e outras milhares de publicações. Que venham mais 30 anos!
Muda Connosco.
Aconteceu. Chega de premonições, previsões... Chega. Nós atrevemo-nos a mudar. Muda connosco. Atenção, mudámks mas há coisas que nunca vão mudar. As entrevistas vão continuar a acontecer. As análises aos melhores álbuns Indie da atualidade vão continuar a estar aqui. As noticias mais frescas do mundo da música vão continuar aqui. Aqui. O Montijo está em constante mudança e nós vamos mudar com ele. E com ele, vamos mudar o mundo. Quem está connosco? Se estás connosco, muda também.
terça-feira, 6 de maio de 2014
Critica: "Salad Days"- Mac De Marco
Artista: Mac De Marco
Álbum: Salad Days
Género: Indie Rock
Cantor/Compositor
Slacker Rock
Dream Pop
Lo-Fi
Rock Picadélico
Lançamento: 1 de abril
Editora: Captured Tracks
Faixas: (As Faixas marcadas a azul são as escolhas do MontijoSound)
Novo: (A Faixa marcada a vermelho é da melhores faixas do ano.
Álbum: Salad Days
Género: Indie Rock
Cantor/Compositor
Slacker Rock
Dream Pop
Lo-Fi
Rock Picadélico
Lançamento: 1 de abril
Editora: Captured Tracks
"Salad Days" em retrospectiva parece ser só mais um álbum de um canta-autor-compositor que expressa os seus sentimentos e aventuras de quando era um rapazinho no campo, sempre com vocais etéreos, num ambiente extremamente intimista e altamente relaxante, nostálgico ele também ao longo de todo o álbum. Esperem, é exatamente isso. Com apenas 23 anos, Mac De Marco grava o seu segundo longa duração, que soa quase como uma injeção de Baroque Pop-meets-Slacker Rock-meets-Lo-fi-Repeat.
O álbum consegue ser extraordinariamente consistente, oferecendo baladas muito auto-conscientes e brutalmente honestas a nível lírico, desde "Brother"até ao single principal "Passing Out Pieces", uma rajada de vento trazendo de volta os Beattles em fase "Sgt. Peppers".
Em "Salad Days", De Marco altera um pouco a estética da sua notória sonoridade, para experimentar timbres mais psicadélicos do que em "2", o que torna o álbum abrasivo, mas ele também muito mais emocionante e intimita.
"Salad Days" e mais um album de corpo e alma de Mac De Marco, que parece assumir o papel de Beck desta geração, e este álbum é de uma importância enorme, agora ela desconhecida...
Novo: (A Faixa marcada a vermelho é da melhores faixas do ano.
- "Salad Days"
- "Blue Boy"
- "Brother"
- "Let Her Go"
- "Goodbye Weekend"
- "Let My Baby Stay"
- "Passing Out Pieces"
- "Treat Her Better"
- "Chamber of Reflection"
- "Go Easy"
- "Jonny's Odyssey"
Crítica- "Supermodel"- Foster The People.
Artista_ Foster The People
Álbum: Supermodel
Género:Indie Rock
Indie Pop
Rock Neo-Psicádelico
Lançamento: 24 de Março de 2014
Editora: Columbia Records
Lógico que depois do êxito global "Pumped up kicks", Mark Foster e companhia iriam tentar repetir a fórmula conseguida nesse single neste "Supermodel", segundo álbúm desta força vinda de Los Angeles. Mas claro que tentar repetir essa fórmula viria com alguns custos...
Neste, a banda não tenta implementar o som de "Torches" (2011), mas sim alterá-lo sem mudar de forma radical a estética e mesmo a identidade da banda. Neste vemos uma maturidade lírica, essa mais refletiva e que fala de temas importantes tais como a maneira como as pessoas negam e ás vezes julgam a cultura pop, entre outros assuntos de importância idêntica.
Mas é precisamente ai que está o problema. ninguém pediu à banda que amadurecesse. Talvez os Foster the people tenham uma importância muito mais reduzida que essa. Talvez os Foster the People apenas sirvam para nos dar Pop pegajoso e dancável, e aqui a banda esforcasse tanto para fazer precisamente o contrário: Pop ele demasiado pensado e feito para um público muito menos acessível.
È verdade que "Are You Want You Want To Be", promete uma hora de Pop ecléico, e altamente divertido, mas a verdade é que depois disso o álbum "adormece" num "buraco negro", ao qual só depois acorda em "Best Friend", mas ai já se torna tarde de mais.
Mesmo sem sendo perfeito, "Torches" acaba por ser mil vezes melhor que este aborrecido "Supermodel", mesmo que aqui encontremos um som muito mais direto e muito menos sintetizado que na estreia, mas quando um álbum de estreia é melhor que a sequela, é porque algo não bate bem, e isso sim é o mais triste nisto tudo.
Mas apesar de tudo, que fique aqui uma coisa bem ciente: apesar de existerem poucos, os momentos memoráveis do álbum roçam a perfeição sonora...
Álbum: Supermodel
Género:Indie Rock
Indie Pop
Rock Neo-Psicádelico
Lançamento: 24 de Março de 2014
Editora: Columbia Records
Lógico que depois do êxito global "Pumped up kicks", Mark Foster e companhia iriam tentar repetir a fórmula conseguida nesse single neste "Supermodel", segundo álbúm desta força vinda de Los Angeles. Mas claro que tentar repetir essa fórmula viria com alguns custos...
Neste, a banda não tenta implementar o som de "Torches" (2011), mas sim alterá-lo sem mudar de forma radical a estética e mesmo a identidade da banda. Neste vemos uma maturidade lírica, essa mais refletiva e que fala de temas importantes tais como a maneira como as pessoas negam e ás vezes julgam a cultura pop, entre outros assuntos de importância idêntica.
Mas é precisamente ai que está o problema. ninguém pediu à banda que amadurecesse. Talvez os Foster the people tenham uma importância muito mais reduzida que essa. Talvez os Foster the People apenas sirvam para nos dar Pop pegajoso e dancável, e aqui a banda esforcasse tanto para fazer precisamente o contrário: Pop ele demasiado pensado e feito para um público muito menos acessível.
È verdade que "Are You Want You Want To Be", promete uma hora de Pop ecléico, e altamente divertido, mas a verdade é que depois disso o álbum "adormece" num "buraco negro", ao qual só depois acorda em "Best Friend", mas ai já se torna tarde de mais.
Mesmo sem sendo perfeito, "Torches" acaba por ser mil vezes melhor que este aborrecido "Supermodel", mesmo que aqui encontremos um som muito mais direto e muito menos sintetizado que na estreia, mas quando um álbum de estreia é melhor que a sequela, é porque algo não bate bem, e isso sim é o mais triste nisto tudo.
Mas apesar de tudo, que fique aqui uma coisa bem ciente: apesar de existerem poucos, os momentos memoráveis do álbum roçam a perfeição sonora...

Faixas: (as faixas marcadas a azul são as escolhas do MontijoSound).
Novo: (A Faixa marcada a vermelho é das melhores faixas do ano)
- "Are You Want You Want To Be"
- "Ask Yourself"
- "Coming of Age"
- "Nevermind"
- "Peudologia Fantastica"
- "The angelic Welcome of Mr. Jones"
- "Best Friend"
- "A Beguinner's Guide To Destroying The Moon"
- "Goats in Trees"
- "The Truth"
- "Fire Escape"
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